terça-feira, 28 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Na minha imaginação parece que...
Ora bem, depois de uma grande crise psicológica exagerada, parece-me que regressei à normalidade, dentro do possível. Nada que uma noite bem animada e movimentada para por este ego de novo nas alturas. E não me posso atrever a ter mais crises pessoais porque vem aí muitos eventos, festa e farra e a donzela tem de estar muito sedutora e entusiasmada para poder animar ‘tout le monde’ com as suas ideias loucas e assustadoras (e gostava eu de me lembrar de algumas para por aqui, mas preciso que me avivem a memória). Mas pontos certos nestas conversas são os homens, a cama e o engate. É tema inevitável e que dá muito gozo falar e depois uma pessoa também precisa de aprender com a experiência alheia.
E por falar em experiências, não fosse eu uma pessoa com graves anormalidades de personalidade diria que tinha tido uma péssima noite, aqui à dias, mas ser estranho que sou lá me dá na cabeça para procurar o lado bom do evento. Sim, Roxx, já sabes como sou e não precisas de te assustar com isto (ou talvez seja melhor). Isto porque, pontinhos positivos da coisa:
não disse ‘Não’ 500 vezes
fui naturalmente aventureira
e o mais estranho de todos, estive assustadoramente carinhosa
Vai, não vai, como de costume, ponho-me a pensar sobre o assunto e mais tarde sou confrontada com uma mudança pessoal do outro que desta vez me está a perturbar levemente a ‘Margarida’ mas apenas sobre os meus pensamentos. Chego à conclusão que não posso simplesmente ter uma imaginação demasiado fértil sem alguma relação de veracidade lá no meio… Não posso, não posso, não posso… Recuso-me! Não posso ser assim tão afastada da realidade, nem conjugar pequenos factos só porque me parece que sim, porque me parecem que faz sentido… Não! Eu tenho de ter acertado em algo, mas agora também é melhor não saber ^^
É isto, Kiss Kiss
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Idiota
Se a idiotice calhasse tantas vezes com o Euromilhões eu estava rica!
(eu detesto sentir-me atraíada por idiotas)
terça-feira, 14 de abril de 2009
Eu sou ESTÚPIDA! ODEIO-TE 'Margarida'
Odeio o f*lho-da-mãe do Passado
Odeio o c*brão do Presente
Odeio a p*** da menstruação
Odeio-te 'Margarida' que não pensas, que não sabes nada e que vives desconectada
ODEIO-TE PROFUNDAMENTE!
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Difícil
É difícil olhares-me nos olhos e apenas sorrir como fazias antes?
É difícil continuares a tratar-me como sempre fizeste?
É difícil que eu continue a ser a tua melhor amiga e não uma ‘sex friend’?
É assim tão difícil de perceber que eu não preciso disso, que eu apenas te quero de volta como eras?
É difícil ignorar isso?
Porque para mim é difícil perder-te assim.
Roxx
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Sin, sin, sin!
Na entrada anterior, a Maria Amélia falou de maçãs, pecados e a estranha relação que aquela mente turbulenta vê entre eles. Mas, se muitos pensam que as maçãs são os únicos pecados existentes na Casa das Bonecas - porque, afinal, meio mundo pensa em nós como verdadeiras santas - outros conhecem bem a nossa verdadeira essência e sabem, realmente, que de santas nada temos. Ok, tudo bem, talvez a Maria Amélia ainda seja uma ‘mini santa’ ou uma pecadora em ascensão e não 100% mestre na arte de pecar como a minha pessoa.
Mesmo assim, eu decidi que hoje iria compor um texto sobre os sete pecados mortais e a influência que eles têm na minha vida. Depois de tal coisa, tiram vocês mesmos as vossas conclusões sobre a possível "santidade da Roxanne".
Começando pela Preguiça, que é uma coisa linda, e que costuma atacar todos os dias quando acordo, quando tenho tarefas para fazer, quando estou deitada no sofá a ver seja o que for na TV e tenho de me levantar, quando toca o telefone e este se encontra longe, quando preciso de ir a algum lado, mas estava tão bem quieta no meu canto, etc. A verdade é que a preguiça é fabulosa em escolher os momentos mais oportunos para aparecer e, sinceramente, eu gosto bastante de ceder a este pecado e ficar sem fazer nada o dia todo.
O problema é que ficar sem fazer nada, normalmente trás outro pecado consigo: a Gula. Andar pela casa de um lado para o outro ou apenas deixar-me ficar deitada em algum canto dá-me fome! E, como eu detesto ter aquela sensação de vazio no estômago, o que houver de comida em casa raramente escapa à minha gula. Ou então, do nada, apetece-me loucamente comer aquele gelado que está guardado para o jantar e eu tenho muito que o comer ou fico doida. Resumindo: a gula causa-me problemas.
A Vaidade é terrível - e eu sou extremamente vaidosa e chata com estas coisas. Porque este pecado não consiste apenas em "eu sou linda, linda, linda e não há ninguém mais belo do que eu", mas também inclui o orgulho pessoal nele mesmo. E o facto de eu ser linda e não dar o braço a torcer, normalmente gera confusão. E confusão termina com Ira.
Eu sou uma pessoa louca e descontrolada que faz muita merda quando está de cabeça quente e a culpa é da ira! Eu detesto que me tirem do sério e, infelizmente, parece que é o passatempo favorito de um certo grupo de pessoas. Uns porque são idiotas demais, outros porque são estúpidos demais, outros porque têm a mania e outros apenas porque existem à face da terra. E quando me tiram do sério normalmente dá asneira e há porrada. E, coitado daquele se me partir uma unha no meio da confusão.
Sim, porque apesar das minhas unhas serem mesmo minhas - o que não se pode dizer de muita gente - é caro cuidar delas. E no que toca a Avareza, eu não sou das piores, mas é indiscutivelmente um pecado que eu também cometo. Quantas vezes não torço o nariz quando me pedem alguma coisa emprestada? No fim acabo por emprestar, mas fico "chateada" com algumas coisas. Quer dizer, se é meu, porque é que os outros têm de usar? Enfim!
Deixo estes dois para o fim porque, ultimamente, eles têm andado fortemente ligados e eu realmente não gosto muito disso. A Luxúria é uma coisa perfeita. O prazer carnal é o melhor que existe no mundo e eu não posso negar que me delicio com este pecado muito mais do que com qualquer outro. Se me perguntarem, eu sou luxuriosa e gosto de o ser. Gosto de entregar o corpo a sensações novas e magníficas, gosto de brincar com o fogo e de provar o fruto proibido, gosto de loucuras, gosto de provocações, gosto de jogos de prazer e sedução que apenas terminam no meu êxtase. Eu gosto da luxúria.
E se há pessoa com quem eu costumava partilhar a intensidade da luxúria, essa pessoa era o L. Porque ele é tão ou mais louco que eu, porque ele gosta de experimentar coisas novas, está disposto a tudo, alinha nas mais insanas ideias e, especialmente, ele gosta do que faz e gosta que quem esteja com ele sinta o mesmo prazer que ele sente. E eu amava partilhar o meu pecado com ele, era o meu favorito, sem qualquer sombra de dúvida.
Eu, por norma, não sou uma pessoa invejosa. Sou capaz de invejar um par de sapatos lindo que veja nos pés de outro alguém ou um vestido caríssimo que eu não consegui comprar, mas, é apenas. Tudo Inveja saudável. O problema é quando essa inveja não é mais saudável e se torna irritante. A explicação deste facto é muito simples, retomemos à minha última entrada neste blog, à noite em que o L. me levou a dançar, em que trocávamos os passos rápidos um tango, em que, por momentos, os nossos lábios se roçaram suavemente e ele olha para mim, com a mesma intensidade de toda a dança, mas com um brilho diferente nas íris claras, e, ainda com os lábios a tocarem delicadamente nos meus, sussurra: "Tu sabes que é especial". E afasta-se.
Acho que morri de inveja e voltei à vida apenas para continuar tremendamente invejosa. Porque o L. é o tipo de homem que qualquer pessoa quer para si e é também o tipo de homem que ninguém consegue ter só para si. Mas, de uma forma que eu ainda não percebi - e não sei se irei perceber -, ele agora pertence a alguém. E tu tenho inveja desse alguém. Muita inveja!
Terminando os meus queridos pecados, fica aqui a prova de que "I’m a sinner, not a saint!", que a Maria Amélia está a seguir pelo mesmo caminho e que a Casa das Bonecas é um antro do pecado.
Beijos pecaminosos,
Roxx
quarta-feira, 1 de abril de 2009
As Maçãs e o Pecado
‘Considero-te um pecado…
Em que esse pecado é verde, sem experiência, mas que não deixas de ser tentadora…
Caminho para o pecado’
de: I.
Decididamente a fruta é uma óptima escolha para nos divertir o pensamento em dias de calmaria e recolha mais acentuada.
E esta fruta pareceu-me adequada nesta pequena confissão amigável, já que a maçã é a fruta do pecado, da tentação, da loucura que deixa o nosso corpo e mente a fervilhar de emoção momentânea, acentuado de forma inesperada todos os nossos sentidos. Avivando-nos tentadoramente o espírito, fazendo-nos querer caminhar até ao pecado ignorando os inconvenientes.
Nesta onda de pecado e tentação, todos os tipos de maçã encaixam. Ora há quem goste delas verdinhas, ácidas, rijas e difíceis; ora há quem goste delas mais amarelinhas, docinhas e macias; e ainda há quem goste das maçãs vermelhonas, as mais tentadoras e deliciosas de todas.
E eu queria dar um sentido cómico a este post e não consegui, mas um dia volto a tocar neste assunto xD
Beijo verde a caminhar para o vermelho
